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A alimentação das crianças portuguesas com 4 anos

Jornal de Notícias

A maioria das crianças de quatro anos tem um consumo elevado de alimentos muito açucarados, assim como de refrigerantes e de snacks salgados. Esta é uma realidade preocupante levantada por uma investigação, denominada Geração 21, que estuda cerca de 8700 crianças, e respectivas famílias, desde o seu nascimento (em 2005), na região do Grande Porto. Há que salientar que, apesar de a amostra ser constituída por crianças do Grande Porto, é de base populacional e, portanto, estes resultados espelham a realidade do país.

Segundo o estudo, 65% das crianças desta faixa etária come bolos ou doces e 52% bebe refrigerantes e néctares, diariamente. Todas as crianças ingerem quantidades de açúcar acima do recomendado (10% do total energético diário). Entre os refrigerantes, o mais popular é o ice tea, por ser erroneamente considerado um chá, quando é um refrigerante repleto de açúcar (cerca de três pacotes de açúcar por copo de 200 ml).

Além disso, as pizzas, os hambúrgueres, as batatas fritas e os snacks de pacote também são uma presença constante na rotina alimentar destas crianças, tendo-se apurado que 73% consome este tipo de alimentos uma a quatro vezes por semana, quando os mesmos se devem restringir a dias festivos.

Por outro lado, o estudo também traz alguns dados positivos, identificando que 75% das crianças come sopa às duas refeições principais e 59% come duas ou mais peças de fruta por dia. Ainda assim, continua aquém das recomendações da Organização Mundial de Saúde (cinco porções de fruta e vegetais por dia) que é cumprida apenas por 40%.

O acompanhamento das crianças até à idade adulta, realizado neste tipo de estudos, possibilita a avaliação da sua evolução nas várias fases da vida e demonstra que os hábitos alimentares das crianças tendem a ser mantidos ao longo da vida, daí a importância de uma intervenção precoce. Os pais também têm um papel fulcral ao serem os exemplos para os seus filhos e, como tal, devem ingerir vegetais regularmente para impulsionar este comportamento nas crianças. Neste contexto, concluiu-se que os padrões mais saudáveis são seguidos pelas mães mais escolarizadas, pelo que também é importante atuar através da educação alimentar aos pais.

 

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